sábado, 25 de fevereiro de 2017

Um vislumbre do céu



Filipe Néri, cognominado O Apóstolo de Roma e O Santo da Alegria (Florença21 de julho de 1515 — 26 de maio de 1595)

Filho de Francesco e Lucrezia Neri, que faleceu quando Filipe ainda era criança, teve duas irmãs menores, Caterina, Elisabetta, e um irmão que morreu ainda muito pequeno. Seu pai, que alternava a profissão liberal com a de notário, tinha grande amizade com os dominicanos, e os frades do Mosteiro de são Marcos seriam os que receberiam Filipe Néri para muitos de seus ensinamentos religiosos.
Filipe estudou humanidades e aos dezesseis anos foi enviado a ajudar nos negócios um primo de seu pai em San Germano, próximo de Monte Cassino. Não raro, se retirava para orar numa pequena capela na montanha, que pertencia aos beneditinos do Monte Cassino. Aqui definiu sua vocação, e decidiu ir a Roma em 1533. De personalidade muito alegre e brincalhona, ficou conhecido como o Santo da Alegria, devido à sua famosa frase: "Longe de mim o pecado e a tristeza!"
Na aurora do dia 16 de março de 1589, Neri foi chamado a ir ao palácio do príncipe Frabrizio Massimo. Disseram ao sacerdote que Paolo, o filho de 14 anos do príncipe, estava gravemente enfermo e não se esperava que vivesse muito tempo. 

Neri chegou ao palácio meia hora depois de o rapaz ter morrido. Mesmo assim, o padre ajoelhou-se junto ao leito, abençoado o corpo com água-benta. Enquanto a família enlutada assistia, o santo homem soprou o rosto de Paolo, colocou a mão em sua fronte e chamou-lhe pelo nome. O Rapaz abriu os olhos imediatamente e olhou para o sacerdote.
Paolo contou aos que estavam reunidos em volta da cama que estivera no céu e vira seu irmão e sua mãe, que falecera oito anos antes. Pela descrição do Paolo, o céu era um lugar lindo e enlevado.
O rapaz então externou o desejo de voltar ao céu. Filipe Neri perguntou-lhe se ele morreria de bom grado e ele disse que sim, que iria chegar ao céu e ficaria junto de seu irmão e sua mãe.
"Pois bem, vá em paz, seja abençoado e reze a Deus por mim"
Após escutar tais palavras, Paolo cerrou os olhos e morreu - novamente.

Palazzo Massimo alle Colonne

Fonte: Wikipedia e Charles Berlitz

Regresso do necrotério



Em 08 de novembro de 1952 Theresa Butler tomou uma dose excessiva de comprimidos para dormir, sendo encontrada quatro horas mais tarde em sua banheira. Ela foi transferida para o necrotério quando o legista local declarou sua morte após verificar a falta de pulsação, pressão arterial ou reflexos perceptíveis.


O empregado do Necrotério de plantão estava acostumado a ver acessos ocasionais de Rigor Mortis, condição que pode causar um súbito movimento do cadáver. Não estava preparado, porém, para ver o que o corpo de Theresa Butler fez: cinco dias depois ela estava recebendo alta do hospital.


Felizmente, descobriu-se sua condição antes que ela fosse enterrada viva.

Fonte: Charles Berlitz

Coincidência no Estreito de Menai


Uma das mais estranhas coincidências jamais documentadas envolve um período de quase duzentos anos e três navios naufragados ao largo da costa do País de Gales, no estreito de Menai. A primeira embarcação foi a pique a 5 de dezembro de 1664, e dos 81 passageiros houve apenas um sobrevivente, chamado Hugh Williams. A 5 de dezembro de 1785, 121 anos mais tarde, outro navio naufragou no estreito de Menai, e novamente todos os passageiros pereceram, menos um… chamado Hugh Williams.
Dois navios afundando na mesma área, e no mesmo dia do mês, não constitui um fato tão raro. Contudo, se considerarmos que em cada caso houve apenas um sobrevivente, e que ambos chamavam-se Hugh Williams, é bastante estranho. Mas a história não termina aí.
A 5 de dezembro de 1860, mais um navio afundou no estreito de Menai, dessa vez uma pequena embarcação com capacidade para 25 passageiros. Mais uma vez só sobreviveu uma pessoa-e mais uma vez o nome era Hugh Williams.
Estreito de Menai



Fonte: Charles Berlitz

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

O Republicano que morreu no Vesúvio.

Antônio da Silva Jardim (1860-1891) foi ativista político brasileiro. Formado em Direito, defende principalmente as causas dos escravos. Foi o mais atuante propagandista da República.

Em 1888, com a crise do império, participava de comícios em prol da República. Por sua iniciativa pessoal, realizou em Santos, em 28 de janeiro, o primeiro comício republicano do país. A partir de então e até o fim de 1889, dedicou-se à campanha republicana. Percorreu diversas cidades fluminenses, paulistas e mineiras para divulgar o novo regime político e promoveu, também no Rio de Janeiro, numerosos comícios. Ao mesmo tempo, colaborava na Gazeta de Notícias.
Por seu radicalismo, foi excluído do Partido Republicano. Depois de instalada a República vai aos poucos sendo afastado do primeiro governo republicano. Em 1890, candidata-se para compor o Congresso Constituinte, pelo Distrito Federal, mas é derrotado. Retira-se da vida política.

No ano seguinte, Antônio da Silva Jardim vai para Europa, em companhia da família e dos amigos, como Carneiro de Mendonça e Américo de Campos. No dia 1 de julho de 1891, estando na Itália, decide visitar Pompéia, e fica fascinado com o Vesúvio. Apesar de ser avisado de que o vulcão poderia entrar em erupção a qualquer momento, decidiu subir e examinar a cratera. Ao querer ver a erupção de perto foi tragado por uma fenda que se abriu na cratera do vulcão. Morreu aos 31 anos de idade.

As descrições do Mahabharata

O Maabárata, conhecido também como Maabarata, Mahabarata, Mahabharata e Maha-Bharata, epopéia indiana escrita por volta do século 5 a.C é um dos dois maiores épicos clássicos da Índia, juntamente com o Ramáiana. O texto é monumental, com mais de 74 000 versos em sânscrito, e mais de 1,8 milhões de palavras; se o Harivamsa for incluído como sendo anexo e parte da obra, chega-se a um total de 90 000 versos, compondo o maior volume de texto numa única obra humana.

Em 1945, quando a primeira bomba atômica explodiu em combate, algumas das descrições do Mahabharata, passaram a ser vistas por estudiosos como sendo profecias, outros acreditam que se trata de relatos de acontecimentos passados.

Como ressalta Berlitz, "talvez o exemplo mais impressionante de profecia nos venha da antiga Índia, de descrições no Mahabharata, e em outros registros compostos há milhares de anos. Esses livros descrevem projéteis impulsionados com a força e o calor de "dez mil sóis", obliterando o exército opositor, desbaratando elefantes de guerra, carroças, e homens no vórtice, destruindo cidades, envenenando suprimentos de alimentos, e forçando até mesmo os soldados vitoriosos a se preservarem, lavando seus corpos, suas roupas e seus equipamentos em rios, para evitar os fatais efeitos secundários. Essas bombas, cujas explosões formavam grandes nuvens "semelhantes a cogumelos" a partir dos núcleos, eram chamadas de "Raios de Ferro". 

Devemos examinar a possibilidade de que essas previsões talvez não fossem visões do futuro e sim do passado, e que essas anotações referem-se a incidentes de guerra que realmente aconteceram, talvez há mais de 10 mil anos, entre civilizações que já não existem mais."

O Mahabharata é considerado, pelos hindus, uma narrativa histórica real, e parte do Itihasa (literalmente, "aquilo que aconteceu") hindu, juntamente com o Ramáiana e alguns textos dos Puranas.

Fonte: Charles Berlitz e Wikipedia.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

O meteorito de Tunguska

Na manhã do dia30 de junho de 1908, um enorme meteorito explodiu na atmosfera da Terra, a 6km da superfície sobre uma região da Sibéria - especificamente perto do Rio Tunguska, uma região bastante remota.
A explosão foi tão grande que estima-se que tenha tido o equivalente a 185 vezes o impacto direto de Hiroshima. O céu ficou iluminado por dias e milhares de árvores cairam. Mas foi só 19 anos depois que uma explicação para o acontecido foi formulada com base nas evidências: oito milhões de árvores caídas na horizontal, deitadas em um padrão radial - apontando para o epicentro da explosão. 37 anos depois, o mesmo tipo de padrão seria encontrado em Hiroshima. 
A teoria mais aceita é a de que uma rocha espacial de cerca de 36 metros entrou na atmosfera da Sibéria e explodiu no céu. Sua velocidade de queda teria sido de 53 mil km/h. A temperatura foi de 24 mil ºC. Não houve cratera porque a maior parte do meteorito teria sido consumida na explosão. 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

As assombrações de Ouro Preto

Os fantasmas e seus mistérios dominam o cenário dos templos religiosos de Ouro Preto. Na Igreja do Rosário, moradores garantem escutar tambores e cantorias à noite, quando ninguém está presente. Segundo os que creem na lenda, gemidos e correntes se arrastando também podem ser ouvidos de madrugada dentro da igreja São Francisco de Assis. Frequentemente, à noite, velas acesas são vistas sobre as campas do cemitério da Capela de Nossa Senhora das Dores. E, muito antes da Igreja de São Francisco de Paula ganhar luz elétrica, ela foi vista brilhando na escuridão da noite. Ah! Tem ainda o caso da Maria Chinelaque, mulher que arrastava os chinelos enquanto limpava a igreja do Carmo. Muita gente diz ouvir as passadas de chinelo, mesmo após a morte dela.

Fonte: Soubh

O Sete Orelhas

Num tempo em que Minas era capitania e a Justiça estava a léguas de distância dos arraiais – quando estava! –, o bárbaro assassinato de um fazendeiro desencadeou a morte igualmente sangrenta de sete irmãos. Amarrado a uma figueira, João Garcia Leal, de 43 anos, foi despelado vivo, sem a menor chance de defesa, depois da disputa com um vizinho pela demarcação de terras. Sedento de vingança e sem apoio das autoridades coloniais, o irmão da vítima, Januário Garcia Leal (1761 –1808), considerado um homem bom e trabalhador, jurou vingança.
Dá-se início a uma caçada que durou por volta de 30 anos (entre 1760 e 1790 talvez). Januário perseguiu os irmãos pela província e matou-os: logo de início dois na própria região; depois outros dois na Bagagem (atual Estrela do Sul, no triângulo mineiro), um em uma estalagem próxima ao rio São Francisco, outro em Diamantina, e outro no caminho de Vila Rica para a Bahia. Esse longo tempo é compreendido pelas próprias dificuldades de locomoção na época.
A cada irmão que matava, Januário tirava uma das orelhas da vítima, e a enfiava em um cordão, que, ao final deste tempo, foi colocado em um dos ramos da figueira.
Em 1799, Januário estabeleceu-se nas terras da futura Alpinópolis. Sete anos depois, sua esposa informa que o marido, já desaparecido há 3 anos, deixou determinado que vendesse as terras para pagar dívidas com os primos, contraídas ainda em 1802.
Segundo o escritor Gustavo Barroso, que por sua vez se valeu de fontes orais, Januário teria morrido em decorrência de um acidente na porteira de sua fazenda.

Fonte: Estado de Minas. Recanto das Letras.

domingo, 12 de fevereiro de 2017

FataMorgana



FataMorgana





O Fatamorgana é uma rara e complexa forma de miragem que pode ser vista tanto na terra como na água. Ao contrário da mais familiar miragem conhecida da água no deserto, o Fatamorgana é uma formação de miragem superior, onde pode fazer com que objetos, como navios e até mesmo cidades, pareçam flutuar no ar. Ocorre normalmente devido a uma inversão térmica. Objetos que se encontrem no horizonte como, por exemplo, ilhas, barcos ou icebergues, adquirem uma aparência alargada e elevada, similar aos “castelos de contos de fadas”.

O grande problema para essas explicações é que muitas das ocorrências recentes são de grandes cidades desconhecidas das pessoas da região em que o fenômeno ocorre.

Alguns relatos incluem luzes das casas e até pessoas caminhando. 











domingo, 11 de dezembro de 2016

Ilha das cobras


Situada a apenas 32km de Itanhaém, litoral sul de São Paulo. A Ilha da Queimada Grande, aparentemente inofensiva e sem grandes atrativos, esconde em sua mata inúmeras cobras altamente venenosas e assassinas que sobem em árvores e devoram pássaros indefesos.

Também conhecida como Ilha das Cobras, estima-se que esse pedaço de terra localizado próximo ao continente ostente em média cinco cobras por metro quadrado – todas muito venenosas e prontas para o ataque. Some a isso milhares de aranhas (também assassinas), o fato de a ilha não ter água potável e um calor úmido e sufocante. Um lugar onde somente bravos pesquisadores se atrevem a colocar o pé.

sábado, 10 de dezembro de 2016

As aparições da Luz


Há muito já se relata a aparição de estranhas luzes nas estradinhas de terra do interior mineiro. Meu próprio avô me contava uma estranha experiência vivida por ele há mais de 50 anos, em uma de suas inúmeras viagens entre Desterro e Entre Rios de Minas, nas curvas de uma caminho de chão de cascalho que ligava as cidades. Dizia ele que na ocasião, uma luz muito forte surgiu sobre a montanha e rapidamente se aproximou, parando a média distância de seu  cavalo. Com o animal paralisado, como se tivesse com as patas enterradas no chão, ele começou a rezar baixo, enquanto observava o fenômeno. A luz então avançou sobre ele e começou a circular ao redor do cavalo. Meu avô contava que em voz alta começou a invocar o nome de Nossa Senhora...a luz foi se afastando, até que a certa distância, sumiu entre as montanhas. O cavalo então voltou a se locomover e conseguiram terminar a jornada.

Esse fenômeno é descrito como uma imensa “bola de fogo” flutuante, que emerge da terra no meio da densa floresta, ou do meio das montanhas, e persegue os homens que arriscam se aventurar por esses locais. Segundo os testemunhos, apesar de ser aparentemente de “fogo”, essa “entidade” não queima qualquer planta ou deixa qualquer rastro de carbonização causada pela temperatura. Contudo, avança em direção às pessoas, como se estivesse querendo espantá-las dali. Em suas expedições, os bandeirantes relatavam em seus registros e cartas, esses bizarros encontros:

Nicolau Barreto descreveu sobre seu receio em explorar certas regiões do Tietê devido a boatos de desaparecimento de outros grupos de bandeirantes após o aparecimento dessa “bola de fogo”, que como diziam, “consumia sem queimar”. Em outras palavras, tal “fenômeno” fazia com que os homens sumissem num piscar de olhos, todavia, não incendiava nada ao seu redor.

Com o passar do tempo, essa “bola de fogo” foi ganhando forma e características mais humanas, até virar a lenda da Mãe-de-Ouro, uma “entidade” sobrenatural defensora das jazidas de ouro.

Atualmente existem algumas explicações científicas para tal fenômeno. Estudioso afirmam que as “bolas de fogo” que emergiam da terra nada mais eram que depósitos de metano que entraram em combustão. Outros falam sobre “energia condensada”, um fenômeno que seria muito semelhante ao “Raio Globular”, o qual tem muitos relatos, mas ainda não foi reproduzido em laboratório ou comprovado com outro tipo de prova.

Em sites de streaming de videos é possível encontrar aparições dos tais "raios esféricos". Mas nada parecido com os relatos do meu avô.

O documento mais misterioso da Biblioteca Nacional - Manuscrito 512


O manuscrito que traz o numero 512 na Biblioteca Nacional é descrito como “Relação histórica de uma oculta e grande povoação antiquíssima sem moradores, que se descobriu no ano de1753”. 

Ele relata uma expedição de bandeirantes pelo interior da Bahia. Segundo o texto, em forma de carta, ao chegarem a uma montanha brilhante (por possuir muitos cristais de rocha) os bandeirantes avistaram uma grande cidade.

Claro que eles foram até lá só para descobrir que a cidade estava desabitada. Havia inscrições nas paredes das casas mas numa língua que não conseguiram identificar. Também viram uma estátua na praça principal representando um homem apontando para o norte. O único objeto descrito em detalhes é uma moeda de ouro com um rapaz ajoelhado num lado e um arco, uma flecha e uma coroa na outra. Infelizmente o nome dos bandeirantes não ficou registrado, nem o paradeiro da moeda. Desnecessário dizer que a cidade nunca foi encontrada. Como não temos muita tradição em caça ao tesouro, é provável que ela continue escondida por mais algum tempo.


A sepultura fenícia - Pedra da Gávea

Entre São Conrado e Barra da Tijuca uma grande montanha de pedra, com 842 metros de altitude, surge das águas do oceano Atlântico. Sua parte superior tem a forma de uma gávea, muito comum nas antigas caravelas. Daí o nome, dado pelos portugueses: “Pedra da Gávea”. Além da face mais conhecida, voltada para o norte, há uma outra, inacabada, voltada para o sudeste. Por que não foi concluída? A semelhança entre ambas é algo de notável. Há muitas inscrições que aparentemente não poderiam ter sido feitas pela natureza. A origem dessas inscrições tem sido motivo de discussões por anos e anos, mas parece não haver um maior interesse em esclarecer a verdade. Há quem diga que Pedra da Gávea é o túmulo de um Rei Fenício. As inscrições na Pedra, seu formato e as faces esculpidas dão força a esta teoria.



Em 856 AC Badezir assumiu o lugar de seu pai no trono real de TYRO. Poderia ser a Pedra da Gávea, um túmulo fenício? Sítios fenícios foram encontrados em outros pontos do Brasil, o que confirma que eles estiveram por aqui. O mistério continua.

Tyro Phoenicia, Badezir primogênito de Jethbaal 


Fonte: Internet

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

O desaparecimento do boeing 707 da Varig




Na noite de 30 de janeiro de 1979, o avião cargueiro Boeing 707 da brasileira Varig partiu do aeroporto de Narita, em Tóquio, rumo a Los Angeles.

Seis pessoas viajavam no avião, que transportava uma carga de 20 toneladas, entre ela estavam dezenas de quadros do pintor nipo-brasileiro Manabu Mabe (1924-1997), que acabara de exibi-los em uma exposição no Japão.

O comandante do voo era Gilberto Araújo da Silva, de 54 anos, um veterano da companhia, com 23.000 horas de voo. Ele era uma celebridade no meio da aviação, por ter comandado o trágico voo RG820 da Varig, que se incendiou em pleno ar em 1973 quando ia do Rio a Paris. Na ocasião, Araújo conseguiu fazer uma aterrissagem de emergência em um terreno nos arredores de Paris, evitando que o avião pudesse cair sobre áreas habitadas e salvando outros nove tripulantes e um passageiro (outros 123 ocupantes morreram, quase todos por sufocamento causado pela fumaça das chamas).

No caso do voo 967, Araújo deveria comandar a aeronave até uma escala em Los Angeles, onde a tripulação seria trocada. A partir daí o avião prosseguiria para o Rio de Janeiro. Até lá, além de Araújo, viajariam o piloto Erny Peixoto Myllius, os co-pilotos Antônio Brasileiro da Silva Neto e Evan Braga Saunders e os engenheiros de voo Nicola Espósito e Severino Gusmão Araújo.

O último contato com a torre de Tóquio ocorreu 22 minutos depois da decolagem. Depois,só houve silêncio. Um segundo contato previsto para uma hora depois do início do voo nunca ocorreu.

As buscas prosseguiram pelos oito dias seguintes, sem sucesso. Acionadas, forças japonesas e norte-americanas realizaram as buscas por meses, mas a aeronave jamais foi encontrada.

Trata-se, provavelmente, do maior mistério da aviação brasileira.

domingo, 4 de dezembro de 2016

O desaparecimento do Coronel Inglês Percy Harrison Fawcett





Além da cidade do documento 512 existiria uma outra na área do rio Xingu. Pelo menos era o que defendia o Coronel Inglês Percy Harrison Fawcett no início do século passado. Como ele chegou a essa conclusão é difícil dizer. Afirma-se que foi por causa de uma inscrição numa pequena estatueta que ele teria recebido de presente de seu amigo H. Rider Haggard (autor de “As minas do rei Salomão”).

A inscrição daria conta de uma cidade de ouro perdida (talvez o lendária Akakor) no Mato Grosso. Embora ele tenha procurado a cidade do manuscrito 512 sua obsessão era a tal cidade do Mato Grosso a qual chamava de Misteriosa Z. E foi perseguindo esse sonho que ele desapareceu em 1925 junto com seu filho Jack e o amigo Raleigh Rimmell. Depois disso mais de 100 pessoas morreram nas expedições que tentaram encontrar o rastro do explorador. Se ele realmente encontrou Z ninguém sabe.

A teoria mais aceita é que os índios Kalapalos tenham matado o explorador e talvez até comido o coitado. Existe até o famoso esqueleto encontrado por Orlando Villas Boas em 1951 e recusado como prova pela família de Fawcett. Outros disseram que ele se enturmou com os índios, tendo inclusive um filho com uma índia. Para os “místicos” (ou malucos), Fawcett teria encontrado um portal para uma cidade intraterrena e por lá ficou. Fora um relato de um encontro com o velho Fawcett vagando por Minas Gerais (!).

fonte: ahduvido.com.br


Em 1952, seis anos depois do primeiro contato com os índios [[Kalapalo]], os índios confidenciaram a história dos exploradores que haviam sido mortos muitos anos antes quando passavam na região. A narrativa levava a crer que os exploradores eram Percy Harrison Fawcett, Jack Fawcett e Raleigh Rimmell. O Cel. Fawcett teria advertido crianças da aldeia que, por sua curiosidade, ficavam perto de seu acampamento tocando nos objetos pessoais dos exploradores. A conduta do coronel, no entanto, não teria agradado os pais das crianças resolvendo, assim, responder àquela conduta ofensiva do visitante.

Jack e Rimell teriam sido flechados e descartados no rio. O Cel. Fawcett teria sido morto com golpes de borduna e enterrado numa cova rasa rente a uma árvore.


Diante desta declaração, Cláudio e [[Orlando Villas Bôas]] localizaram o local onde teria sido morto o explorador inglês. Lá foram achados ossos humanos e objetos pessoais evidentemente de nossa sociedade como: faca, botões e pequenos objetos metálicos. Teria, assim, terminado o mistério do desaparecimento do explorador inglês.

A ossada passou por inúmeros testes, no Brasil e Inglaterra, mas não se chegou a uma conclusão satisfatória. Atualmente, os ossos achados em 1952 pelos [[Irmãos Villas-Bôas|Villas Bôas]] encontram-se no Instituto Médico Legal da Universidade de São Paulo. Foi realizado o exame de [[DNA]] mitocondrial mas a família Fawcett se recusa a submeter-se a este exame.

Em 1996 os índios da tribo Kalapalo capturaram uma expedição brasileira liderada por um banqueiro chamado James Lynch, que visava solucionar o mistério e somente os liberaram após eles declararem desistência.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Sumé, o mestre colonizador

Sumé (também conhecido como Zumé, Pay Sumé ou Tumé, entre outros nomes) é a denominação de uma antiga entidade da mitologia dos povos tupis do Brasil cuja descrição variava de tribo para tribo. Tal entidade teria estado entre os índios antes da chegada dos portugueses e ter-lhes-ia transmitido uma série de conhecimentos, como a agricultura, o fogo e a organização social.

Nas suas Cartas do Brasil, datas de 1549, o padre Manoel da Nóbrega descreveu algumas lendas dos índios brasileiros sobre uma entidade denominada Sumé. Tal divindade teria aparecido de forma misteriosa e se tratava de um homem branco, que andava ou flutuava no ar e possuía longos cabelos e barbas brancas.

Sumé começou por ensinar ao povo da selva a arte da agricultura e depois habilidades como a de transformar mandioca em farinha e alguns espinhos em anzol, além de regras morais. Curava feridas e diversos males sem cobrar nada em troca. Tanta gentileza e poder assim despertou sobre si o ódio dos caciques, culminando com a recepção de Sumé a flechadas numa certa manhã, armas que misteriosamente retornaram e feriram de morte os arqueiros atiradores.

Os índios também ficaram então espantados com a facilidade como tal forasteiro extraía as flechas e como de seu corpo não escorria sangue algum. Sumé ainda teria andado de costas para o mar até atingir as águas. A divindade teria desaparecido num voo sobre as ondas para nunca mais voltar.

Sumé teria tido dois únicos filhos, Tamandaré e Ariconte, que eram de diferente complexão e natureza e por isso um odiava mortalmente o outro.

Segundo Hans Stadem (“Viagem ao Brasil”): “Misterioso personagem que veio do mar (…) e nessa direção desapareceu depois que, molestado por alguns, se desgostou e deu por terminada a sua missão de legislador e mestre de todos eles…

” Depois disso seu paradeiro é incerto. Alguns dizem que voltou para o mar e outros que seguiu rumo aos Andes e no caminho foi abrindo o grande Peabiru. Suas pegadas poderiam ser vistas em várias pedras usadas para marcar a estrada" (“O pezão de Sumé” segundo Macunaíma)
fonte: 
Wikipedia, ahduvido.com.br

segunda-feira, 13 de abril de 2015

O sarcófago de Pacal

K'inich J'anaab Pakal (26 de março de 603 — 31 de agosto de 683 (80 anos)[1] ) também conhecido como Pacal II ou Pacal, o Grande foi o governante do estado maia de B'aakal cuja sede era a cidade de Palenque. Pacal II é o mais conhecido dos senhores de Palenque em razão do desenvolvimento e sofisticação que B'aakal atingiu durante o seu governo, bem como pela sua tumba, considerada um dos achados arqueológicos mais importantes da Mesoamérica.
Pacal era filho de K'an Mo' Hix e Sak K'uk', filha de Janaab' Pakal.[1] Teve, com sua esposa Tz'akb'u Ajaw, três filhos e possivelmente uma filha.
A Descoberta.
Em novembro de 1952, uma notícia percorreu o mundo, surpreendendo a todos que se interessavam por questões históricas. Nas selvas do Estado de Chiapas, no México, havia sido descoberta uma cripta funerária, no interior de uma pirâmide, denominada "Templo das Inscrições", dentro da qual estavam os restos de um corpo, identificado como sendo o corpo do soberano de Palenque, Pacal Votan, o guerreiro sagrado.
O monolítico sarcófago pesava quase 15 toneladas e de nenhuma maneira poderia ter passado pelas estreitas escadas da cripta, o que indica que foi introduzido na pirâmide enquanto a mesma estava em obras. Em seu interior estavam não apenas os restos mortais de Pacal Votan, como também seus tesouros, seus amuletos, retratos dele esculpidos em relevo e também uma extraordinária máscara de jade cobrindo-lhe o rosto. A tampa do sarcófago é uma enorme pedra de 8 metros quadrados na qual pode ser vista uma ornamentação de caráter cosmológico, que comprova uma grande elevação espiritual.
Essa fantástica lápide esculpida, com abundância plena de simbolismos, constitui uma das melhores realizações artísticas de todos os tempos. Na verdade, todo o panteão maia, com seu sistema cosmológico, está resumido no magnífico baixo relevo que adorna o sarcófago destinado ao soberano de Palenque. Esta obra, executada com delicadeza e segurança extraordinárias, informa sobre a organização do universo; os dias e as noites, os astros como o Sol e a Lua, a Via Láctea, constituem o marco (em sentido estrito) desta imagem do Mundo que se desenvolve ao redor do rei. Pacal Votan, no centro, desempenha o papel do grande organizador do mundo dos vivos e dos mortos, atuando como o intermediário entre o abismo de Xibalba (inferno) e a claridade celeste. Ele está suspenso entre dois infinitos, como Senhor de um universo mítico e divino.
Fonte: Wikipedia, Pan-Portugal.com

Reencarnação em grupo

Em 1962, o psiquiatra inglês Arthur Guirdham começou a tratar de uma jovem que vinha experimentando terríveis pesadelos. Durante os quatro anos seguintes, a "senhora Smith" (como Guirdham designou-a nos três livros que escreveu sobre o curioso caso) lembrou-se dos tormentos que suportara quando era membro dos cátaros, seita religiosa francesa dos séculos 12 e 13, cujos seguidores acreditavam na reencarnação.

Guirdham descobriu que os detalhes históricos do século 13 fornecidos pela senhora Smith eram de uma exatidão impressionante. A senhora Smith afirmava, por exemplo, que a túnica dos cátaros era azul-escura, contradizendo a maioria dos historiadores que sempre afirmara que os hábitos eram negros. Pesquisando profundamente as informações, Guirdham finalmente foi capaz de determinar que a senhora Smith tinha razão.

Ela foi simplesmente a primeira de vários cátaros reencarnados. Seis outros se juntaram a ela, formando um grupo unido. Tendo desde o início do tratamento pressentido algo sobre as histórias da senhora Smith, Guirdham concluiu que era Roger Izarn Fanjeaux, o amante da senhora Smith durante a encarnação do século 13. Isso explicaria por que os outros teriam procurado o psiquiatra.

Fonte: Charles Berlitz - O estranho e o extraordinário

Os círculos de pedra da Senegâmbia

Os círculos de pedra da Senegâmbia são monumentos megalíticos situados na Gâmbia e no Senegal (África ocidental), ocupando uma faixa de 100 km de largura, ao longo de cerca de 350 km do Rio Gâmbia. São quatro grandes grupos de círculos de pedras, que representam uma extraordinária concentração de 1000 monumentos.

Os quatro grupos, designados Sine Ngayène, Wanar, Wassu e Kerbatch somam 93 círculos de pedra e incluem ainda túmulos e campas, alguns dos quais foram escavados, revelando material que sugere uma época entre o século III a.C. e o século XVI. O conjunto é uma área considerada sagrada pelos locais e foi construída ao longo de mais de 1500 anos.

As pedras são grandes colunas de laterite com cerca de dois metros de altura e um peso de sete toneladas cada, foram cortadas com instrumentos de ferro e cuidadosamente esculpidas em pilares quase idênticos de secção circular ou poligonal. Cada círculo é formado por oito a 14 pilares, dispostos num círculo com 4-6 metros de diâmetro e encontra-se localizado ao lado de um túmulo.

Os Círculos de Pedra da Senegâmbia representam uma sociedade próspera, muito organizada e que durou centenas de anos. Provavelmente, esta cultura megalítica estaria representada numa extensa região da África ocidental. O conjunto foi considerado Património Mundial pela UNESCO, em 2006.

Fonte: Wikipedia


Assombração em Haw Branch


Haw Branch fora uma propriedade rural magnífica, com seus jardins, gramados impecáveis e majestosas chaminés configurando o gracioso solar no estilo arquitetônico de antes da guerra. Mas em 1964, depois de cinqüenta anos de negligência, a propriedade se encontrava em péssimo estado de conservação. Quando Gibson McConnaughey herdou Haw Branch, ela e seu marido Carey puseram-se imediatamente a restaurar a grandeza original do local. Haveria, pelo menos, um ancestral que voltaria para Haw Branch.
Em pouco tempo, entretanto, os McConnaughey começaram a ouvir coisas estranhas pela casa. Algumas vezes sentiam cheiro de laranja ou rosa, embora nem a fruta nem a flor estivessem presentes. Certa ocasião, eles viram alguém carregando uma lanterna sair do celeiro e aproximar-se da casa, porém, quando o vulto chegou suficientemente perto, só puderam ver o lampião de querosene balançando no ar.
Três meses depois de se mudarem para Haw Branch, o casal e seus filhos foram despertados no meio da noite por uma mulher gritando no sótão. Aterrorizados, aguardaram até o amanhecer para investigar, mas não encontraram nada que explicasse o ruído. Os gritos continuaram a ocorrer com intervalos de seis meses, porém somente no verãu de 1967 Gibson testemunhou a aparição de uma imagem relacionada à voz.
"Ela não era transparente, só uma silhueta imprecisa", lembrou Gibson, mais tarde. Embora fosse incapaz de discernir suas feições, Gibson reparou que o espectro usava um vestido longo de alguma época do passado. Permanecendo em pé em frente a ela durante um curto período de tempo, a mulher olhava fixamente para um ponto distante, enquanto aparecia e desaparecia.

Por volta de 1969, a família já se acostumara à mulher e a outros fantasmagóricos companheiros de morada. A visita semestral de uma voz feminina gritando começou a tornar-se mais freqüente depois da chegada de um objeto da família. O primo mais velho de Gibson enviou para os McConnaughey o retrato de uma antepassada morta há muito tempo, chamada Florence Wright. Pela descrição que lhes havia sido feita, a família esperava um retrato em pastel, representando Florence na juventude, pouco antes de sua morte súbita. Ficaram surpresos ao constatar que a pintura só apresentava tons escuros de cinza, marrom, e um branco sujo. Mesmo assim, penduraram-no sobre a grande lareira da biblioteca.
Em fevereiro de 1970, o retrato começou a transformar-se. Os cabelos negros pareciam assumir um tom mais leve, uma rosa na base do quadro passava de cinza para cor-de-rosa e a pele de Florence assumia um tom mais natural.
Na verdade, cada detalhe ficava aos poucos mais definido e colorido. Com o desnrolar do processo, a imagem de Florence Wright transmudou-se em uma bela ruiva de olhos azuis sentada numa cadeira verde.
Segundo um médium que depois examinou o retrato, o espírito de Florence tinha sido preso àquela pintura no momento da morte da mulher. Portanto, ela tivera o poder de mudar as cores para cinza, até que estivesse contente com sua localização. As vozes ouvidas em Haw Branch pertenceriam a espíritos amigos, a quem fora dado o direito de auxiliar a mulher na recuperação das cores. O médium acreditava que Haw Branch, com sua vibrante atmosfera espiritual, era evidentemente um lar satisfatório para Florence Wright

Fonte: Charles Berlitz - O estranho e o extraordinário